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Once a time

domingo, 19 de setembro de 2010

Um aceno. Um toque de mãos. Um déjà vu. Lançar os olhos ao passado. Um breve passeio pela alameda da nostalgia. Uma lembrança. Uma inevitável comparação. Não. Não, isso não me basta, viver de lembranças, de migalhas de algo que foi, esperanças de como poderia ter sido. Imagens turvam-se em sua mente, como as tintas de um quadro lançado na água, como o fogo quando consome um retrato... Imagens que se perdem, sonhos que se vão. Bem vinda, realidade.

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