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Once a time

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

(Re)começo. Entrar naquela mesma sala e ter a certeza de que nada mais será como antes. É difícil recordar o passado, mas torna-se inevitável fazê-lo estando ali. Memórias. Vozes que ecoam. Tormentos. Alegrias e desilusões. Folhas amareladas que teimam em ser viradas por um vento que entra pela porta que ficou aberta. Folhas amareladas que não se consegue arrancar. Tudo ainda é muito recente. Aquela tarde, aquele vinho, aquela espera... eu te amo, eu te amo, eu te amo! Se disser isso mais uma vez, não me responsabilizo por meus atos...

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