Nunca sabemos qual será o dia mais importante de nossa vida. O que pensamos que será o mais importante, nunca é tão importante como imaginamos. É o dia comum, aquele que começa normal que termina sendo o mais importante. Nunca sabemos qual será o dia mais importante de nossa vida. Não até estar acontecendo. Não reconhecemos o dia mais importante da vida até estar no meio dele, quando nos comprometemos com algo ou alguém. Quando o nosso coração é partido, quando encontramos o amor... Quando descobrimos que não há tempo suficiente porque queremos viver para sempre. Esses são os dias importantes. Os dias perfeitos.
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Once a time
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Todos nós temos pelo menos um pedido por ano. Seja quando o ano inicia. Seja ao soprarmos as velas do bolo de aniversário. Alguns fazem mais pedidos: com cílios, em fontes, estrelas cadentes e, de vez em quando, um desses pedidos se realizam. Então, e aí? Foi bom como esperávamos? Nos contentamos com o calor radiante de nossa felicidade? Ou... entendemos que temos uma longa lista de pedidos esperando ser pedida... Não pedimos coisas fáceis, pedimos coisas importantes, coisas ambiociosas, fora do alcance. Fazemos pedidos porque precisamos de ajuda. E temos medo. E sabemos que podemos estar pedindo demais. Mas ainda fazemos pedidos, porque as vezes, eles se realizam.
Chegamos ao mundo sozinhos e partimos sozinhos. E tudo que acontece entre um e outro, é para encontrarmos um pouco de companhia. Precisamos de ajuda, precisamos de apoio ou ficamos sozinhos, estranhos, isolados uns dos outros e nos esquecemos de como estamos todos conectados. Então escolhemos amar. Escolhemos viver. E, por um momento, nos sentimos um pouco menos sozinhos.
Quando somos crianças a noite dá medo porque há monstros sob a cama. Quando somos adultos, os monstors são diferentes. Insegurança. Solidão. Arrpendimento. E mesmo mais velhos e sábios, ainda temos medo do escuro. Mas quando enfrentamos os nossos demônios, os nossos medos e procuramos ajuda um no outro... a noite não é tão assustadora porque percebemos que não estamos sozinhos no escuro
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Todos nós nos lembramos das histórias da nossa infância. O sapato que cabe na cinderela, o sapo que vira príncipe... Bela Adormecida acordada por um beijo. Era uma vez e viveram felizes para sempre. Conto de fadas. Coisa de sonhos. O problema é que contos de fada não viram realidade. São as outras histórias que viram. Aquelas que começam com noites tempestuosas... e terminam com o indescritível. São os pesadelos que sempre parecem virar realidade.
domingo, 19 de setembro de 2010
Um aceno. Um toque de mãos. Um déjà vu. Lançar os olhos ao passado. Um breve passeio pela alameda da nostalgia. Uma lembrança. Uma inevitável comparação. Não. Não, isso não me basta, viver de lembranças, de migalhas de algo que foi, esperanças de como poderia ter sido. Imagens turvam-se em sua mente, como as tintas de um quadro lançado na água, como o fogo quando consome um retrato... Imagens que se perdem, sonhos que se vão. Bem vinda, realidade.
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